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Show Musical com Elke Maravilha e Banda
ELKE CANTA:
O projeto "Elke Canta" continua na trilha da proposta de olhar sobre a diversidade, nascida em nosso primeiro trabalho "Elke do Sagrado ao Profano". Neste, o repertorio passeia por icones musicais tendo, de Elke e dos outros musicos, interpretacoes diversas, que vao da versao Punk Rock de In Den Kasernen a concepcao esgarcada de Na Primeira Manha e o final brasileiro de Another Brick In The Wall.
Emocionar, brincar, dancar, provocar, compartilhar, divertir e conviver, sempre!
Lugar Nenhum - Titas
Assum Preto - Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira
Na Primeira Manha - Alceu Valenca
In Den Kasernen - dominio publico Alemanha
Solidao - Alceu Valenca
Oba nina nai - cancao turca de ninar
Chico Mineiro - Tonico e Tinoco
Por-pourri Mineiro - folclore de Minas Gerais
Summertime - Gershwin
Va Cuidar da Sua Vida - Itamar Assumpcao
Holiday Foi Muito - Falcao
Blues da Piedade - Cazuza
Amazing Grace - domino publico Estados Unidos, sec. XIX
Another Brick in The Wall - Pink Floyd
Interpretacao: Elke Maravilha
Execucao Musical:
Dan Maccaferri - Guitarra, Voz e Violao
Leandro Ferro - Percursao, Bateria e Voz
Norberto Lopez - Violao 7 Cordas, Violao, Guitarra e Voz
Yuri Steinhoff - Contra-Baixo e Voz
Direcao: Rubens Curi
Cenografia e Iluminacao: Rubens Curi
Arranjos: Instrumentistas e Rubens Curi
Figurino: Elke Maravilha
Producao Cultural: Gandia Silva
Maiores informações: www.elkemaravilha.com.br
Personalidade artística conhecida por sua irreverência, ousadia, alegria e rico conteúdo cultural, Elke Maravilha, em seus 30 anos de carreira, tem atuado em TV, cinema e teatro, inclusive com diversas premiações nestas áreas. Sua carreira com dezenas de centenas de apresentações pelos interiores e capitais deste nosso Brasil, faz dela uma das artistas nacionais mais conhecidas e amadas.
SHOW "DO SAGRADO AO PROFANO":
Elke - do Sagrado ao Profano apresenta uma nova faceta desta artista plural. Nele, acompanhada por percussão, violões e cello, ela interpreta canções em vários idiomas, que vão de compositores como Mário de Andrade, Atahualpa Yupanqui a Falcão; textos de Drummond, Kaváfis, São João Evangelista, etc; além de algumas histórias de sua vida e andanças. Neste passeio o espetáculo busca levar à platéia um olhar sobre o viver humano, onde o sagrado e o profano, alimentados pela soma das diferenças, de mãos dadas, constroem e celebram o amor, a alegria, a irreverência, a reflexão e a inteligência.
Elke - do Sagrado ao Profano provoca surpresa, pois desestrutura na maioria dos espectadores a limitada imagem da Elke Maravilha como "avis rara" apenas.Muito se fala de sua cultura, espiritualidade e força expressiva. Este espetáculo coloca isso tudo no palco, dividindo com o público uma nova magnitude desta artista incomum e instigante!
Elke do Sagrado ao Profano é um musical que contém essencialmente lembranças afetivas de Elke em seus caminhos pela vida. Sua criação nasceu da busca da melhor forma de revelar o universo poético e musical que fundamentalmente vem sendo sua postura na vida tanto pessoal como artística. Este projeto teve sua estréia em São Paulo, em junho de 2003, no Café Teatro La Belle Paris, onde ficou em cartaz por cinco semanas, e teve uma platéia impactada e surpreendida por mais esta vertente expressiva de Elke. Nova temporada realizou-se no mês de agosto na casa de shows Grazie a Dio, que tem sido considerada por três anos seguidos a melhor casa de música ao vivo de São Paulo.
Durante este período o espetáculo foi visto por uma platéia entusiasta que por quatro semanas lotou a casa, inclusive com a presença de personalidades do meio artístico e intelectual do país, que verteram elogios tanto pela qualidade do trabalho quanto pela perfomance de Elke.
Elke Maravilha é atriz, intérprete musical, apresentadora, modelo. Precursora de um estilo inovador, ousado e único, vem abrindo as possibilidades de caminho estético e comportamental por onde passa e aparece. Elke é uma personalidade artística cujo carisma provoca forte impacto popular, tanto na imagem como na mensagem de alegria, inteligência e irreverência. Devido a isto, já faz parte do imaginário popular brasileiro e pode perfilar com mitos contemporâneos como Carmem Miranda e Artur Bispo do Rosário.
Mesclando exotismo, misticismo, alegria, loucura e profundo conhecimento do humano, sua vibração contagiante a faz mensageira de utopias e portadora de esperanças.
Dra. Nise da Silveira, criadora do Museu de Imagens do Inconsciente, afirmava que Elke é uma Sacerdotisa Dionisíaca, e que, com tal, ilumina caminhos e aquece corações.
Já na década de 60 despontou como símbolo de transgressão e liberação. Visionária como só os que assumem seu delírio, intuiu o movimento holístico e vem exercendo-o tanto em suas relações pessoais como em sua comunicação com o mundo.
Elke Maravilha é uma obra de arte em constante metamorfose e como artista vem trilhando o melhor dos caminhos da arte: Ela apostou e aposta no sonho possível.
- Professora, tradutora e intérprete de línguas estrangeiras, incluindo Latim. Foi a mais jovem professora de francês da Aliança Francesa e de inglês na União Cultural Brasil – Estados Unidos;
- Fala oito idiomas: alemão, italiano, espanhol, russo, francês, inglês, grego e latim;
- Foi bancária, secretária trilingue e bibliotecária;
- Modelo e manequim: Começou a carreira de modelo aos 24 anos com Guilherme Guimarães, tendo trabalhado para grandes estilistas e considerada como inovadora nas passarelas.
“... aos poucos fui me impondo, mesmo como manequim. No início fazia um pouco o jogo, porque também sei ser chique: fazer um cabelo convencional, uma maquiagem leve, etc. Mas aquilo para mim era fantasiar-me. Eu não sou aquilo! E o legal é que os próprios costureiros começaram a entrar no meu barato, entender o meu estilo e proposta estética e fazer roupas especiais para eu desfilar.
- Em televisão começou em 1972, com o Velho Guerreiro, como jurada no “Cassino do Chacrinha”;
“... um dia tocou o telefone com alguém me convidando para ir no programa do Chacrinha. Eu não conhecia porque não via televisão, mas aceitei. Então perguntei a um amigo sobre como era o tal programa e ele me disse que era um programa de auditório que tinha um apresentador que tocava uma buzina o tempo todo. Achei legal, comprei uma buzina e entrei lá buzinando; o Painho se encantou comigo e eu com ele. Foi assim que começou!”
- Foi jurada no “Show de Calouros”, com Silvio Santos;
- Comandou o Talk Show “ELKE”, no SBT;
- Na TV Bandeirantes fez o “Quadro Esotérico” no programa Amaury Jr.;
- Novela “A Volta de Beto Rockfeller”, na TV Tupi;
- Participou em “Memórias de um Gigolô”, com direção de Walter Avancini.
Seu desempenho como a dona de um bordel foi tão arrebatador, que foi convidada a ser madrinha da Associação das Prostitutas do Rio de Janeiro.
- No cinema iniciou com o filme “Barão Otelo no Barato dos Bilhões”, com Grande Otelo;
- “Quando o Carnaval Chegar” e “Xica da Silva”, de Cacá Diegues;
Em “Xica da Silva” foi premiada com a Coruja de Ouro como melhor atriz coadjuvante.
- “Pixote”, de Hector Babenco;
- “A Noiva da Cidade”, com roteiro de Humberto Mauro e dirigido por Alex Viany;
- “Gente que Transa”, de Silvio de Abreu;
- “A força de Xangô”, direção de Iberê Cavalcante;
- “Elke Maravilha contra o Homem Atômico”, filme infantil de Gilvan Pereira;
- “Xuxa Requebra”, com direção de Tizuka Yamazaki;
- “Tanga – Deu no New York Times”, de Henfil;
- No teatro iniciou na peça “Viva o Cordão Encarnado”, um pastoril, dirigido por Luiz Mendonça;
- Também dirigida por Luiz Mendonça, fez o infantil “O Castelo das Sete Torres” e o musical “Rio de Cabo a Rabo”;
- “Eu Gosto de Mamãe”, uma tragédia dirigida por Clovis Bueno;
- “A Rainha Morta”, onde interpretou Dna. Inês de Castro, dirigida por Luiz Carlos Ripper;
- “O Homem e o Cavalo”, leitura dramática dirigida por José Celso Martinez Correa;
- “Orfeu da Conceição”, dirigida por Haroldo Costa;
- “O Lobo da Madrugada”, dirigida por Ana Maria Dias;
- “Carlota Joaquina”, dirigida por Nuno Leal Maia onde interpretou a rainha Dna. Maria, a Louca;
- Atualmente no musical “Elke – do Sagrado ao Profano” interpretando canções e textos, com direção geral de Rubens Curi e direção musical de Ian Bath.
“Perguntam-me como criei este estilo, este visual que me caracteriza. Digo que sempre busquei compor este jeito, claro que não era assim como agora, pois hoje a coisa é mais abrangente, com o tempo venho me descobrindo muito mais por dentro e colocando o que descubro para fora. Costumo dizer que sempre fui assim, só que com o tempo estou piorando! Na realidade, sempre fui um trem meio diferente, sabe? Ainda adolescente resolvi rasgar a roupa, desgrenhei o cabelo, exagerei na maquiagem e sai na rua... Levei até cuspida na cara. Mas foi bom porque entendi aquela situação como se estivessem colocando-me em teste. Talvez, se meu estilo não fosse verdadeiramente minha realidade interior, eu teria voltado atrás. Mas sabia que nunca iria recuar. Eu nunca quis agredir ninguém! O que eu quero é brincar, me mostrar, me comunicar”.
“Eu quero é conviver! A grande arte não é viver, é conviver"!
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